segunda-feira, 21 de maio de 2012
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Plano de aula
Plano de aula
Autoras: Cássia da Piedade Laboissiere, Zélia Mendes Gontijo Alves e Maria Eliete Gomes
Estrutura curricular
Modalidade/Nível de
ensino: Educação
Infantil
Componente curricular: Linguagem
Tema: Trabalhando com receita
Dados da aula:
Trabalhar diversos gêneros de textos através da leitura, da
escrita e da imagem, proporcionando que as crianças despertem para a descoberta
da leitura e das funções da escrita. Propiciar que identifiquem as diferenças
entre o oral e o escrito para se familiarizar com a linguagem e seus elementos
nos diversos tipos de textos.
O aluno aprenderá com esta aula:
·
O
gosto pela leitura;
·
Identificar
diferentes tipos de textos;
·
Ampliar
o vocabulário;
·
Interpretar
o texto lido;
·
Identificar
letras e palavras;
·
Treinar
o conceito de quantidade;
·
Incentivar
a leitura de rótulos;
·
Desenvolver
a coordenação motora.
Duração das atividades: 2 aulas (cada aula 50 minutos)
Conhecimentos prévios
trabalhados pelo professor com o aluno:
Antes de iniciar a aula com o texto da receita de biscoito o
professor deve aguçar a curiosidade dos alunos, além de sondar o que eles já
sabem sobre o texto em questão.
Estratégias e recursos
da aula:
·
Aula
interativa;
·
Folha
xerocada;
·
Ingredientes
para receita de biscoito.
No primeiro momento, o professor irá conversar com os alunos
sobre o tipo de texto (receita). Logo em seguida apresenta a receita de
biscoito escrita para que tentem reconhecer e ler palavras ou letras já
estudadas. Pedir que identifiquem as quantidades dos ingredientes. Ler o texto
com os alunos e para os alunos. Foi apresentado os ingredientes e seus rótulos
para serem identificados, foi lida novamente a receita para que se colocassem
as quantidades indicadas e logo depois foi amassado o biscoito pelos alunos, os
quais moldaram letra do seu nome para que fosse assada e degustada em seguida.
Atividades:
·
Leitura
da receita e dos rótulos;
·
Pintura;
·
Identificação
da quantidade dos ingredientes;
·
Modelagem.
Avaliação:
A avaliação se dará em todo o processo de aprendizagem com
perguntas, objetivando fazer um diagnóstico sobre o que as crianças sabem do
tipo textual (receita) se identificam letras e palavras, será avaliada toda
participação do aluno na aula proposta.
Webquest: Informática e Projetos de aprendizagem
Atividade
1.6
Prezada Ana, na
nossa escola, realizamos um projeto de aprendizagem em Matemática para suprir
as necessidades dos nossos alunos que apresentavam alguma dificuldade em
raciocínio lógico e memorização da tabuada. Foi feito um jogo de “passa ou
repassa”, utilizando a tabuada; os alunos estudaram bastante pra vencer o jogo,
despertando em cada um deles a vontade de aprender. E assim usamos várias tecnologias
existentes na escola como, jogos multimídia, jogos pedagógicos, xadrez, para
realização deste projeto tivemos excelentes resultados em relação a
aprendizagem dos alunos.
Temos certeza que através de projetos que utilizem várias tecnologias e que
envolvam o interesse dos alunos você terá sucesso em suas práticas pedagógicas,
além de contribuir pra suprir as necessidades de aprendizagem e as dificuldades
dos seus alunos.
Cursistas: Zélia Mendes Gontijo Alves, Cássia da
Piedade Laboissiére, Maria Eliete Gomes
As tecnologias na aprendizagem ao longo da VIDA
Atividade
1.3
Segundo José Armando Valente, a
formação de qualquer indivíduo para viver e ser capaz de atuar na sociedade do
conhecimento, não pode acontecer somente no âmbito da escola e sim como uma atividade
contínua em um processo de aprendizagem tornando a educação mais prazerosa e
efetiva, estando em sintonia com a atualidade na vida educacional. O aprender
está muito vinculado com o ensinar, no entanto as concepções atuais sobre
aprendizagem mostram que a ação de ensinar pode provocar diferentes tipos de
aprendizagem.
A aprendizagem
que se dá é controlada pelo aprendiz que quer conhecer mais para mostrar que
essa aprendizagem é real e acontece verdadeiramente sem depender da idade.
Entretanto, a aprendizagem continuada ao longo da vida significa que, se uma
pessoa tem o desejo de aprender, ela terá condições de fazê-lo,
independentemente de onde e quando isso ocorre, podendo ser na infância, e na
terceira idade, sendo possível graças a criação de ambientes adequados e a
presença de pessoas que funcionam como agentes que favorecem a construção do
conhecimento.
Desempenhar
efetivamente o papel de agente de aprendizagem não é fácil, pois não existe um
procedimento padrão, esse papel muda de acordo com as necessidades reais. O
educador precisa conhecer seu aluno, como ele age e pensa diante dos desafios;
trabalhar com projetos educacionais desafiando seus alunos; e criar condições
para o aprendiz vivenciar e entender a aprendizagem.
Cursistas: Zélia Mendes Gontijo Alves, Cássia da Piedade
Laboissiere e Maria Eliete Gomes
Quem sou como professora e aprendiz
Atividade 1
Eu sou uma
professora que anseia por educar não só conceitos acadêmicos, leitura, escrita
ou aritmética, mas apesar de perceber tudo isso muito importante e instigante,
observo também o aluno como um todo, que para chegar a estes conceitos e pré-requisitos
da “educação” precisa tomar gosto pela coisa, e com isso a vida, a interação
com o outro, a leitura de mundo, a sua forma individual de expressão, a sua
relação com o meio ambiente, precisa ser levado em conta na hora de “educar”.
Assim também a sua postura no mundo, os seus valores, ou a falta deles, penso
que poderia ser mais observado na educação, como também as diversas formas de
inteligência existentes na pessoa humana, precisaríamos observar mais este lado
do aluno. E nesse sentido me sinto não somente uma professora, mas uma aprendiz,
que a cada dia tira lições da vida, dos próprios alunos, e da convivência com
as outras pessoas. Pois acredito que educar é uma troca, todos recebemos e
doamos para que o aprender possa ser
incorporado ao nosso conhecimento, à nossa vida. E com isso buscar
aperfeiçoamento sempre se faz uma constante necessária no ato de educar, pois a
vida e o conhecimento são dinâmicos. Busco desenvolver a curiosidade dos alunos
através de novidades, histórias diversificadas e temas instigantes, pois é a
curiosidade que move o mundo. Sempre gosto de ouvir o que as crianças tem a
dizer sobre os diversos assuntos da aula, busco interagir com os colegas ouvir
suas práticas e partilhar um pouco da minha prática enquanto professora
alfabetizadora.
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